quinta-feira, 16 de junho de 2011

O que a Al Qaeda tem em comum com o cidadão brasileiro?

Em recente declaração após assumir o posto de nº 1 da rede terrorista Al Qaeda, o médico Ayman Al Zawahiri, através de comunicado, afirma que seu grupo “continuará sua luta contra os agressores dos lares do islã pelos Estados Unidos e seu enteado Israel”.

É claro que o cidadão brasileiro nada tem haver com o terrorismo utilizado pela Al Qaeda para atingir seu objetivo ou se defender daquilo que considera como agressão externa. A relação que encontro com a declaração do novo líder é quanto a “luta contra os agressores dos lares”. Coisa que vem ocorrendo numa “normalidade” absurda nos dias de hoje em qualquer cidade deste maravilhoso país. Um amigo nosso teve sua casa invadida por 4 vezes em apenas 2 semanas. Além de levar tudo que podia ou queria, os invasores fizeram a maior baderna dentro do lar desse respeitado cidadão estanciano.

Uma amiga estava com o namorado chegando em casa. Enquanto abria o portão, viram três rapazes se aproximando. Foram levados para dentro da casa, onde eles e todos que estavam na residência foram roubados em seus pertences. Um conhecido foi parado numa blitz. Foi encontrado um facão embaixo do bando. Questionado, respondeu que era para se sentir mais seguro para o caso de um pneu furado ou outro problema no carro. Foi autuado como portador de arma sem registro. Um rapaz estava trafegando com sua camioneta e notou um dos pneus baixo. Parou para trocar. Notou que estava sem o macaco. Fechou o carro e foi em busca do equipamento. Ao retornar encontrou o veículo totalmente depredado.

Andamos todos apavorados. Todos com medo de ser o próximo a ser assaltado, desrespeitado, violentado, de sofrer qualquer tipo de violência, tanto física como psíquica. Não só o pai de família. Mas principalmente seus familiares. E não pode fazer absolutamente nada. O governo ainda usa seu suado dinheiro (do cidadão, é claro) para fazer propaganda a favor do desarmamento do cidadão. Tudo isso, sem dar a devida proteção ao assustado cidadão. Deixando a todos nas mãos de marginais que agem livre e tranquilamente, sabendo que dificilmente o cidadão que está assaltando vai usar uma arma para se defender. O governo está fazendo um ótimo trabalho de tranqüilizar o bandido.

Aliás, o cidadão não precisa de um policial para cuidar da sua segurança. Da sua, cuida ele. Agora, da família que fica em casa, no sítio, na festa comemorativa, na volta da escola, na volta do trabalho, essa sim precisa de uma polícia cidadã que aja preventivamente, separando o joio do trigo, como ensinou o Mestre Jesus. O homem deve e precisa aprender a cuidar de si e não se colocar como um fraco que precisa de um Estado que o tutele a um preço aviltante.

Qual a relação do cidadão brasileiro com o médico terrorista? A mesma necessidade de “defender seu lar”. Só que assim como ele, o cidadão precisa ter o direito de usar um instrumento de defesa desse lar e da sua vida. E não ficar com medo de “ser pego armado” enquanto seu agressor tem todas as condições de usar o melhor armamento, não só para agredir o cidadão com a própria força pública. Afinal, o governo é do e para o cidadão ou para o agressor?

Digo Não à Covardia Cidadã. Digo não ao governo que desarma o cidadão em nome de uma suposta segurança que só ele tem, às minhas custa.

Um comentário:

  1. Não agüentamos mais vivermos acuados, temendo ser a próxima vítima dessa violência. A reação pode ser uma solução para um mundo melhor e o meio eletrônico surte grande efeito. Parabéns!
    Ass: João Paulo

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