Minha gente, os assuntos que tomam conta das rodas de futebol são a decisão do campeonato sergipano do sub 19, a não liberação do Francão para os jogos do Estanciano, a revolta da torcida canarinha, os devaneios do presidente Sidnei Araújo e o puxão de orelha do presidente da Federação.
Porém, um assunto que nos deixa
deveras felizes é o sucesso da operação e o restabelecimento da saúde do
querido amigo Barroso Guimarães. Graças ao Pai Todo Poderoso e a equipe do
doutor José Teles, o Barrosão foi operado e agora se encontra em plena recuperação.
As orações dos amigos e amigas dessa figura impar do rádio sergipano continuam
e todos se sentem felizes e alegres por tudo ter ocorrido de forma tão serena e
fraterna. Que Deus continue abençoando o irmão Barroso e sua querida família.
Sobre a decisão do sub 19, o
Canarinho venceu a primeira partida e que joga pelo empate na ultima no seu
terreiro, na próxima quarta-feira, às 15:00horas, em Boquim. Um bom jogo e
grande duelo entre dois técnicos formados pela competência do papa-títulos
Maurício Simões: seu filho Caio e seu ex-auxiliar Nadélio Rocha.
Caio já fez um grande trabalho. O
Estanciano está classificado para a Copa São Paulo de Futebol Junior do próximo
ano. Um trabalho de muito suor, determinação e coragem durante um campeonato,
em que uma péssima arbitragem fez com que o time perdesse o mando de campo por
6 jogos, e teve jogar no apertado campo do Sesi de Boquim. Talvez até essa
punição tenha de fato contribuído para o fortalecimento do grupo que se viu
preterido e se uniu. O título seria a coroação, o cair na graça da torcida e a
resposta aos que tentaram melar o sonho canarinho.
O caso do Rocha foi mais uma
tentativa feliz da diretoria do Confiança, que viu se aproximando a reta final
do campeonato e seu time em sérias dificuldades para ficar entre os dois que
obteriam o passaporte para São Paulo. Trouxe um técnico renomado, motivou o grupo
e agora jogo no lucro: campeão ou vice o Dragão tem garantido palco
privilegiado para seus garotos desfilarem em gramados paulistas.
Quanto à liberação do Francão, o
processo passa pelos grupos em luta na Federação e as ingerências politicas. É fato
de que há uma guerra interna pelo poder na mentora. Essa guerra já fez o
Banese, um banco, segmento que mais lucra na chamada “crise”, não apoiar o
campeonato com o patrocínio assegurado durantes anos. As dificuldades para
quaisquer obras ou liberações de estádios, passam pelo fácil caminho de
desacreditar o grupo hoje no poder para a população, e demostrar força para as
eleições que se aproximam. Azar do Estanciano que está no lugar errado e na
hora errada nessa contenda.
A torcida canarinha está mais que
revoltada e ameaça não comparecer ao Batistão. Mais prejuízo para a diretoria
digerir. Diretoria essa que através seu presidente, andou ameaçando retirar o
time da série D do campeonato brasileiro. Com certeza se esquecendo das sansões
que o clube poderá receber da CBF. Foi por isso que o presidente Sidnei Araújo
tomou um puxão de orelhas do presidente da Federação Sergipana de Futebol Carivaldo
Souza.

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