quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O puxão de orelhas presidencial


Minha gente, os assuntos que tomam conta das rodas de futebol são a decisão do campeonato sergipano do sub 19, a não liberação do Francão para os jogos do Estanciano, a revolta da torcida canarinha, os devaneios do presidente Sidnei Araújo e o puxão de orelha do presidente da Federação.

Porém, um assunto que nos deixa deveras felizes é o sucesso da operação e o restabelecimento da saúde do querido amigo Barroso Guimarães. Graças ao Pai Todo Poderoso e a equipe do doutor José Teles, o Barrosão foi operado e agora se encontra em plena recuperação. As orações dos amigos e amigas dessa figura impar do rádio sergipano continuam e todos se sentem felizes e alegres por tudo ter ocorrido de forma tão serena e fraterna. Que Deus continue abençoando o irmão Barroso e sua querida família.

Sobre a decisão do sub 19, o Canarinho venceu a primeira partida e que joga pelo empate na ultima no seu terreiro, na próxima quarta-feira, às 15:00horas, em Boquim. Um bom jogo e grande duelo entre dois técnicos formados pela competência do papa-títulos Maurício Simões: seu filho Caio e seu ex-auxiliar Nadélio Rocha.

Caio já fez um grande trabalho. O Estanciano está classificado para a Copa São Paulo de Futebol Junior do próximo ano. Um trabalho de muito suor, determinação e coragem durante um campeonato, em que uma péssima arbitragem fez com que o time perdesse o mando de campo por 6 jogos, e teve jogar no apertado campo do Sesi de Boquim. Talvez até essa punição tenha de fato contribuído para o fortalecimento do grupo que se viu preterido e se uniu. O título seria a coroação, o cair na graça da torcida e a resposta aos que tentaram melar o sonho canarinho.

O caso do Rocha foi mais uma tentativa feliz da diretoria do Confiança, que viu se aproximando a reta final do campeonato e seu time em sérias dificuldades para ficar entre os dois que obteriam o passaporte para São Paulo. Trouxe um técnico renomado, motivou o grupo e agora jogo no lucro: campeão ou vice o Dragão tem garantido palco privilegiado para seus garotos desfilarem em gramados paulistas.

Quanto à liberação do Francão, o processo passa pelos grupos em luta na Federação e as ingerências politicas. É fato de que há uma guerra interna pelo poder na mentora. Essa guerra já fez o Banese, um banco, segmento que mais lucra na chamada “crise”, não apoiar o campeonato com o patrocínio assegurado durantes anos. As dificuldades para quaisquer obras ou liberações de estádios, passam pelo fácil caminho de desacreditar o grupo hoje no poder para a população, e demostrar força para as eleições que se aproximam. Azar do Estanciano que está no lugar errado e na hora errada nessa contenda.

A torcida canarinha está mais que revoltada e ameaça não comparecer ao Batistão. Mais prejuízo para a diretoria digerir. Diretoria essa que através seu presidente, andou ameaçando retirar o time da série D do campeonato brasileiro. Com certeza se esquecendo das sansões que o clube poderá receber da CBF. Foi por isso que o presidente Sidnei Araújo tomou um puxão de orelhas do presidente da Federação Sergipana de Futebol Carivaldo Souza.

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