quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Estanciano, a apresentação

É oficial

Está tudo certo para hoje a grande apresentação dos atletas do Estanciano e sua comissão técnica, para sua participação no campeonato da série A2.

Vários jogadores estão apenas esperando o momento para num mesmo ônibus viajarem para a praia do Abaís, onde irão residir e treinar.

Numa casa grande, com piscina e muito conforto, todos ficarão na concentração, focados nos treinamentos de aprimoramento das partes física e técnica.

A Comissão técnica está formada com China-técnico, Maurício-preparador físico, Ricardo-treinador de goleiros e Neguinho do Confiança-massagista. Ainda não está contratado o médico da equipe.

Estão acertados os jogadores Luciano Pirambu-mc, Cafú-zg, Eduardo-mc, Eduardo-le, Robinho-mc, Junior-zg, Felipe-go, Rodrigão-at, Flávio-mc, Renan-zg, Deivid-mc, Abrante-mc e aquele que deverá ser o chamariz da torcida, Róbson Luiz-mc.

Exceto Róbson que pediu para se apresentar na segunda-feira, todos os demais serão apresentados às 14:00hs desta quinta e, às 15:00hs, serão iniciados os treinamentos.

O projeto do Estanciano segundo afirmou o seu diretor de futebol Sidnei, é “chegar à primeira divisão e disputar a Copa do Brasil”.

O primeiro jogo amistoso da equipe está marcado para o dia 19, às 15:00hs, no estádio da Vila Operária, contra o Confiança de Aracaju.


Grande clássico

É assim que devemos chamar o jogo do Parque do Sabiá em Uberlândia/MG, das 19:30 horas dessa quarta-feira, entre Cruzeiro e Internacional. Seis bolas endereçadas pro gol prá cada equipe. Apenas um gol. Aos 14 minutos do primeiro tempo, Everton escorou um excelente cruzamento de rosca do bom ala Jonathan e quebrou uma invencibilidade de 6 jogos do Internacional.

Sem D’Alessandro, que serviu a seleção Argentina na maiúscula vitória por 4 a 1 sobre a campeã Espanha, o técnico Celso Roth colocou Rafael Sóbis, Leandro Damião e Giuliano no ataque, na tentativa de pressionar o Cruzeiro no seu campo. Mas o toque de bola cruzeirense e a rapidez na saída para o ataque fizeram a grande diferença no jogo, forçando o Inter a correr atrás, ao invés de ser perseguido.

No Cruzeiro faltava também o toque de técnica de Montillo. O Roger bem que tentou, mas a qualidade do argentino é superior. E o time celeste já se acostumou a jogar com seu maestro.

Everton pelo Cruzeiro, Tinga e Klebér pelo Inter, foram os destaques. O outro ficou por conta da substituição equivocada de Celso Roth, ao colocar Marquinhos no lugar de Rafael Sóbis e depois substituí-lo por Andrézinho, para posteriormente fazer entrar outro atacante.

Dois bons sistemas defensivos. Dois meios marcadores. Dois ataques bem marcados. Faltaram os maestros. Dois técnicos competentes. Grande jogo.


É difícil

O Flamengo jogou com o São Paulo montado no 4-3-1-2. Problema é que o 1 do Mengo não tem a mínima capacidade técnica para realizar tal tarefa. Renato Abreu é um bom cabeça de área, que chega à frente com certo potencial no chute de canhota. Mas um distribuidor de bola, não.

Como a bola não chegar ao ataque, naturalmente que os atacantes voltam para buscar o jogo. Com essa volta, eles trazem consigo seus marcadores para o campo do Flamengo.

O São Paulo abusou de avançar seus zagueiros para marcar os atacantes do rubro negro no seu campo. Com isso encurtou e muito o campo de jogo, e ao mesmo tempo, pressionava fortemente sua saída de bola.

Em alta velocidade, com bolas que vinham pela lateral e era lançada na transversal pela entrada da grande área, o tricolor fez 2 a 0 com Marlos e Fernandão. Jogou fácil e administrou o segundo tempo.

Com apenas William como destaque positivo, engana-se quem acha que o time melhorou com a chegada do Silas. Ele não é mágico. O time é fraco e sem opções. Só se ouve pedidos para esperar que os jogadores peguem o ritmo, estejam numa melhor forma. Esquecem de avisar aos adversários que partem prá cima e levam os necessários pontos para fugir do rebaixamento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário